quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Ferramenta de Evolução: O Bloco

Hey, espera não fujas já! Não são blocos de cimento! Trabalhar faz calos, eu sei. He He…

Bem, hoje vamos falar sucintamente num exemplo prático que podes incorporar de forma rápida e imediata na tua vida e que poderá fazer verdadeiras maravilhas por ti. Esta é uma das ferramentas que utilizo há já algum tempo e que mais me tem ajudado na minha evolução pessoal a todos os níveis: O bloco de notas.

Quando digo “bloco de notas” estou, principalmente a referir-me ao conceito do mesmo. Na verdade, uso cada vez menos o meu bloco de notas em papel. Comprei um tablet com o qual faço exactamente a mesma coisa só que de forma bem mais cómoda, rápida e flexível. Uso a aplicação SpringPad (Android) que é muitíssimo útil mas existem várias alternativas igualmente interessantes como o Evernote por exemplo. Se não tens uma engenhoca destas o próprio telemóvel pode muito bem ser o suficiente, ou até o bloco de papel propriamente dito.

A ideia aqui é: Sempre que te lembres de qualquer coisa que possa fazer-te dar um passo em frente (nem que seja um passo de bebé) aponta-o imediatamente!

Não cometas o erro de subestimar o que acabei de dizer. Isto é ultra-poderoso!

Se reparares, durante o dia vão surgindo na tua mente ideias avulso. A qualquer hora, em qualquer lugar, em qualquer circunstância. Isto é o teu inconsciente (que é mais esperto que tu) a tentar falar contigo. Muito daquilo que o teu inconsciente te quer dizer não vai servir-te para nada mas um boa parte pode ser aproveitado por ti.

Repara, o teu cérebro é como uma máquina que nunca pára de trabalhar. Mesmo quando dormes, o teu cérebro está em constante azáfama. Ele está SEMPRE à procura de soluções para aquilo que tu entendes serem os teus problemas. SEMPRE. 365 dias por ano, 30 dias por mês. 24h por dia. Quer tu queiras quer não.

O teu cérebro é um poço sem fundo. Hmmm…na verdade ele é mais como um oceano.

Tu podes lançar a rede e apanhar 49 latas de salsichas Frankfurt e uma estranha mistela composta por uma dúzia de agrafadores e a colecção completa de calendários dos jogos olímpicos de Roma. Mas por vezes apanhas bom peixe.

É isso. Pensa nisto como uma pescaria. A tua ideia é pescares as ideias que vão passando e prendê-las para sempre no teu bloco.

Se conheces a história sabes que grande parte das coisas que existem hoje em dia e que trazem valor para a vida das pessoas em todo o mundo nasceram de uma ideia repentina que foi IMEDIATAMENTE registada e/ou posta em prática. Ideias que apareciam nas alturas mais insuspeitas como por exemplo Arquimedes que, certa manhã, enquanto tomava banho numa tina com água teve a ideia primordial para um dos mais fecundos princípios da hidrostática e que é ainda hoje, passados mais de 2200 anos, conhecido como o Principio de Arquimedes. Assim foi, , no simples acto de banhar-se, que Arquimedes descobriu um dos grandes segredos da natureza.

E o que dizer de Galileu Galilei que viu, um momento de oração seu, ser rasgado por uma ideia que revolucionaria o mundo? Quem diria que no movimento oscilatório da corrente de uma candeia de igreja, descobrira o principio rítmico da natureza, que ainda hoje é aplicado na contagem das pulsações humanas, na medição do tempo pelos relógios, nos eclipses do sol e no movimento das estrelas?

As boas ideias não têm hora marcada, por isso tens de estar SEMPRE disposto e preparado para recebê-las.

Nunca penses que tiveste uma ideia tão boa que será impossível esqueceres-te dela até chegares a casa. Naquele momento ela está presente na tua cabeça mas, acredita, mais tarde não vai estar... Tens que registá-la IMEDIATAMENTE.

Este mesmo post, existe porque num determinado dia eu apontei no bloco que poderia fazê-lo. Parei tudo, registei a ideia em 15 segundos e voltei para o que quer que seja que estava a fazer.

Outra dica importante é não subestimar as ideias simples. Nunca descartes as ideias sem antes as pores à prova, independentemente de quão ridículas elas te possam parecer à 1ª vista. Às vezes as ideias ridículas ou imaginativas são as mais lucrativas. Falando estritamente de negócios, posso dizer-te que já perdi conta ao dinheiro que ganhei com o que à 1ª vista me pareceram ser ideias “ridículas”.

Posso dar-te um exemplo:

Eu tenho vários negócios na internet e um dia lembrei-me que seria espectacular se negócios mais bem sucedidos que eu me explicassem como é que chegaram até ali. Estás a ver a ideia não estás? Ou seja, eu lembrei-me de escolher um negócio que eu entendesse ser bem sucedido e, do nada, aparecer na frente do gestor daquela trapalhada toda e, gratuitamente claro, (porque o homem também não tem mais nada de interessante que fazer...) pedir-lhe que me explicasse tim-tim por tim-tim como é que eu fazia para ser tão bem sucedido como ele.

Cool...

Altamente concretizável certo? :)

Bem...por incrível que pareça É MESMO!

É claro que, tal como muitas ideias, as coisas não funcionam exactamente como foram inicialmente delineadas mas tem sido uma ideia altamente instrutiva e produtiva. Hoje em dia não faço negócio com ninguém sem perguntar no fim qual o seu segredo mais bem guardado ou o que é que me podem ensinar.

É claro que uma boa parte dessas pessoas simplesmente ignora-me mas muitas outra FAZEM QUESTÃO de ajudar. As pessoas adoram dar uma mãozinha, muitas não têm nenhum problema em abrir-se comigo e explicar as coisas da melhor forma que conseguem. Não tentam esconder a galinha dos ovos de ouro.

Isto é só um pequeno exemplo para que vejas que ás vezes descartamos ideias simples e directas que nos podem ajudar só porque partimos de um principio enraizado na nossa cabeça que não nos deixa ver mais além.

Leva o bloco para todo lado. Aponta todas as ideias. Sobre o quê? Sobre TUDO! Sobre uma ideia de negócio, sobre a decoração do teu quarto ou simplesmente uma frase solta. Qualquer coisa que, potencialmente, possa fazer com que a tua vida seja mais de acordo com os teus ideais.

Usa o gravador de som do telemóvel/tablet, para ideias mais elaboradas. Faz desenhos e esquemas do que tu queres. Tira fotos. Faz o que for preciso para agarrares aquele pensamento, no instante em que ele acontece. Não adies.

Vais ver que o próprio acto de escrever, em si, é algo mágico.

Vais reparar que, eventualmente, muitas das ideias que escreves acabam por não ver a luz do dia tão depressa. E isso não tem mal nenhum. Às vezes a magia acontece quando tu pões uma ideia em prática que tiveste há, digamos, um ano atrás, e vês que resulta na perfeição! E chegas à conclusão que essa ideia, esse pedacinho de evolução, estaria perdido para sempre se não o tivesses registado. E sentes-te grato por isso.

Quando tu escreves o universo conspira para que o que tu escreves-te, aconteça. Ás vezes, sem te dares conta, vais cumprindo e riscando as ideias do bloco. As coisas começam a acontecer naturalmente! Quanto mais vezes escreves e revês a ideia na tua mente, mais o universo se apronta para te disponibilizar todos os meios necessários à sua concretização. A única coisa que precisas de fazer depois é dar o 1º passo. Pô-la em prática. Usar os meios à tua disposição. Que na verdade sempre lá estiveram mas agora que tens claridade sobre o que tu queres, estão mais visíveis…

Faz isso. Pega agora mesmo numa folha, num guardanapo, no que quer que seja e aponta: "Comprar bloco da evolução" :)

Por falar em bloco, para terminar aqui ficam 2 fotos do meu último e saudoso “bloco”. Na verdade este já era uma versão mais avançada do bloco. É uma capa com várias divisões para tudo o que te possas lembrar, dinheiro, alimentação, negócios, contribuição, etc etc etc. Fica a ideia.


Não te esqueças que nunca vais conseguir chegar a um sitio que não sabes qual é. Vais correr em círculos porque não sabes em que direcção fica a meta...que não existe...

think about it.

domingo, 4 de dezembro de 2011

A maior fraqueza dos homens

Para não dizerem que sou injusto ou machista, hoje vamos falar do calcanhar de Aquiles de nós, homens :)

Mas atenção, isto não serve para mostrar como os homens são uns merdas egocêntricos tal como o anterior post não serviu para mostrar que as mulheres são umas cabras dramáticas.

A ideia aqui é trazer consciência para a tua vida. Tentares identificar os padrões do ego na tua forma de estar na vida enquanto homem ou mulher porque a única forma que existe de superares as tuas limitações é ganhares consciência de que elas existem. Qualquer profissional da área te dirá que o 1º passo para superares um problema é tomares consciência (ou admitires) que ele existe. Se não reconheces que tens um problema ou limitação então nunca farás nada para o tentar resolver porque, para todos os efeitos…ele não existe. Faz sentido? Fixe.

Então qual é o ponto fraco do típico homem?

A mente (identificação com os pensamentos).

De um modo geral todos nos identificamos com os pensamentos mas os homens abusam.

Do ponto de vista evolutivo podemos olhar para estas limitações da mulher e do homem como um apego ao 2º e 3º níveis, respectivamente. Se bem te lembras DESTE post sabes que 1º temos o cérebro Reptiliano (Funções vitais – Lidar com os estímulos na hora), 2º o Límbico (Emoções – Lidar com os estímulos com base no passado) e o actual nível de evolução da humanidade é o 3º Neo-Cortex (Mente – Lidar com os estímulos com base no futuro).

Atenção que eu não estou a querer dizer que as mulheres são “inferiores” ou têm menos valor por se identificarem com o 2º nível e os homens com o 3º. Para se atingir o 4º nível (Espírito) é necessário dominar todos os outros níveis abaixo. Não importa se dominas todos menos o 2º ou todos menos o 3º, sem os dominares TODOS não vais subir de nível de consciência.

Então e o que significa identificar-se com os pensamentos exactamente? Ok, prepara-te que isto agora vai ficar um bocadinho freeky!... :o)

Bem, quando tu nasceste os teus pais deram-te um nome certo? Fixe.

Nas primeiras vezes que as pessoas te tratavam por esse nome tu provavelmente ficavas como um burro a olhar para um palácio, tipo “Mas porque é que toda a gente insiste em repetir este som sempre que eu estou por perto”. Passado uns tempos lá acabas por descobrir que aquele som, aquela junção de letras, é o teu nome. Para todos os efeitos passa a ser quem tu és. Ou seja, tu deixas de te identificar com quem realmente és e passas a identificar-te com um som ou a imagem de uma palavra: “Carlos”, por exemplo.

E passas a defender o teu “bom nome” como se de ti próprio se tratasse. Se alguém diz que o Carlos Albuquerque é um paspalho de primeira apanha, tu entendes isso como um ataque a ti próprio…mas é apenas um ataque a um som, ou a uma imagem. É uma ilusão. É uma tentativa de ataque a um pedaço de oxigénio impulsionado e comprimido pela boca e língua das pessoas.

Uma vez que aprendes-te desde cedo a identificares-te com coisas que não são quem tu és, simplesmente continuas a senda pela vida fora, inconscientemente. Passas a identificar-te com um novo carro, com um estilo, com um telemóvel, com uma equipa de futebol, com o teu corpo, com a imagem que as outras pessoas têm de ti e com um milhão de outras coisas. Esse carro, essa equipa de futebol e esse telemóvel, na tua cabeça, passam a ser quem tu és tal e qual como se passou com o teu nome. Se alguém fala mal deles tu defendes essas coisas como se fosses tu próprio que estivesses a ser atacado.

É uma partida da mente.

E, principalmente os homens, andam neste carrossel a vida inteira sem dar por isso. Adoram manter uma imagem de “Macho-Man” associando-se a grandes carros, grandes desafios e grandes…bem…grandes “tudo”. Juntam-se em bandos grandes e vão a um grande estádio chamar grande cabrão a um senhor de negro. Ou então vêm o jogo na TV atrás de uma mini-sagres e no fim dizem “Ganhámos o jogo”. Como diria o Tony Robbins: Tu não fizes-te nada pá! Tu viste outros fazer :)

Tu dizes “Ganhámos o jogo” porque pensas que uma determinada equipa de futebol (um conjunto de pessoas) é quem tu és. Por isso é que te incluis a ti próprio na vitória sem ter feito nada para isso. Se essa equipa perde tu sofres porque julgas que essa equipa és tu. Se alguém diz que essa equipa é uma cambada de coxos, tu entendes isso como um ataque pessoal e defendes-te da mesma forma que te defenderias se alguém dissesse que tu és um estafermo. Tu procuras a tua essência no exterior. Associas-te a uma imagem, no teu entender, grandiosa, para que possas, dessa forma, ser grandioso também.

Mas deixa-me dizer-te que isso é um erro. Isso só vai fazer com que vivas uma vida disfuncional e vai obrigar-te a procurar constantemente a tua identidade nas “coisas” ou nas “entidades” que são vistas como valorosas ao longo do tempo. Isso é um erro também (e principalmente) porque quem tu és, na realidade, já tem todo o valor do mundo…simplesmente tens de reconhecê-lo…encontrá-lo.

“Não procures Deus à tua volta, ele está dentro de ti”

Todas estas associações são no intuito de preservar uma imagem que tens na tua cabeça sobre aquilo que tu achas que um homem é.

O meu conselho? Se és um homem, em vez de tentares definir o que é um homem…olha para ti próprio :) vais ver que é bem mais fácil do que ires à tua mente buscar a imagem ou o conceito do que um homem deve ser e que te foi lá colocada por anos e anos de preconceitos e ideias peregrinas.

Geralmente os homens entendem que ser um homem significa ser um “durão”. Quando vão na rua, olham para as mulheres como se lhes fossem arrumar uma cabeçada…e embora acredite que algumas Sado-maso possam apreciar o confronto :) a maior parte das mulheres não se vai aproximar por genuíno medo.

É comum também, tentarem passar a ideia de que se a mostarda lhes chega ao nariz, rebentam com o focinho de qualquer um que se lhes atravesse na frente. Tudo serve de desculpa para andar à porrada e mostrar ao mulherio como são fortes e saudáveis mais ou menos como quando dois alces se encontram e encaixam as hastes uns nos outros em luta pela amada que tem todo o prazer em assistir ao dramático e empolgante espectáculo.

É esta a identificação com a mente que tanto mina o comportamento dos homens.

Há uns tempos ia na rua e apercebi-me disto mesmo em mim próprio.

Ia a andar normalmente num passeio relativamente curto e comecei a notar que, se viesse uma mulher no sentido contrário na mesma linha que eu, não tinha qualquer problema em desviar-me. Se fosse um homem…bem, digamos que até podia fazê-lo mas ficava sempre com a sensação de que ele tinha ganho a “batalha” e sentia-me como que diminuído.

Se és mulher provavelmente estás a agora a pensar “mas que grande parvoíce” :)

E realmente é. Este tipo de ilusões é típica dos homens. Se és homem tenho a certeza que sabes perfeitamente do que eu estou a falar.

Isto é a identificação com a imagem de “bad-boy”, isto é a identificação com a mente e com os pensamentos. “Porque é que hei-de ser eu a desviar-me?”, “Se eu me desviar ele vai pensar que eu sou um banana qualquer”, “Não posso dar parte de fraco”,etc, etc, etc. É tipo aquela cena que vês nos filmes em que dois carros aceleram um contra o outro a ver quem é que se desvia primeiro. Se nenhum se desviar morrem os dois mas pelo menos a imagem de bad-boy fica intacta…é óbvio que isto é uma parvoíce e é preocupante no sentido em que há homens que estão mesmo dispostos a morrer para preservar uma ilusão na sua mente.

Concluindo: É verdade que a emoção e o drama são a fraqueza das mulheres mas não é menos verdade que são, ao mesmo tempo, a sua maior força pois a emoção e espontaneidade é uma das coisas que faz uma mulher SER uma mulher. Faz parte da sua natureza e está intrinsecamente ligado às suas funções biológicas maternais e estritamente femininas. Com os homens passa-se exactamente a mesma coisa. A identificação com a mente e com o corpo (a forma) é a nossa maior fraqueza mas foi através dela que muitas das coisas que existem hoje e que nos ajudam enquanto seres humanos e enquanto comunidade se tornaram possíveis. Só fazendo uso continuo e absoluto das nossas capacidades mentais foi possível chegarmos à lua ou construir o foguetão que nos levou lá. Nada disto era possível sem a mente.

Então o que se passa aqui? Afinal a emoção e a mente são coisas boas ou más?

Bem…nem uma coisa nem outra. O verdadeiro problema não é a emoção ou a mente. O verdadeiro problema é nós IDENTIFICARMO-NOS COM ELAS. O verdadeiro problema é nós pensarmos que SOMOS as nossa emoções ou que SOMOS a nossa mente e os nossos pensamentos.

A ideia é utilizarmos a mente e as emoções em nosso proveito e não o que tem sido até aqui, deixando a mente e as emoções governarem os acontecimentos a seu bel-prazer. Dar rédea solta às emoções e aos pensamentos é que é o problema. É como ter um motor de 400 cavalos num carro sem volante...o poder está lá mas poder sem controlo não tem nenhuma aplicação útil . Ele não usa a estrada, ele vai sempre em frente até encontrar um muro de betão.

Além disso o “bom” e o “mau” não existem.

Perguntar se as emoções ou a mente são coisas boas ou más é a mesma coisa que perguntar se um lápis é uma coisa boa ou má…

Que me dizes? Tens o lápis em boa consideração? :)

Ok, um lápis talvez seja difícil de por de um dos lados mas por exemplo…uma arma de fogo. Que me dizes de uma arma de fogo?

Provavelmente achas que uma arma de fogo é uma coisa “má”, certo? But guess what: O “Bem” e o “Mal” não existem. Não há nada intrinsecamente bom ou mau. Estes termos foram inventado pela nossa mente que muito gosta de catalogar e classificar as coisas. Para a nossa mente uma arma de fogo não pode ser só uma arma de fogo. Sem etiquetas. Sem bom ou mau. Simplesmente um arma de fogo. Ela tem que ficar associada (mais associações) aos eventos (maioritariamente violentos, claro) em que participou. Mas isso não é a arma! Isso são os eventos em que ela participou... As pessoas consideram que a arma é má não porque a arma em si seja efectivamente má mas porque esteve envolvida em cenas violentas.

Na verdade muito poucas armas mataram alguém, geralmente é sempre uma pessoa por detrás dela…

As armas não se juntam e decidem assaltar um banco.

É por isto que as campanhas para reduzir a quantidade de armas são, em grande parte, uma perca de tempo e dinheiro. O problema nunca foi nem há-de ser a quantidade de armas à disposição mas sim a vontade das pessoas as usarem…

Armas não matam pessoas. Pessoas matam pessoas.

E porque é que as pessoas (principalmente homens) continuam a usar armas? Porque isso lhes dá um poder astronómico. Porque retiram grandiosidade disso tal como o fanático de futebol retira da sua equipa. Como? Repara,

Aqui está uma pessoa qualquer:


E aqui está a pessoa mais importante da tua vida:


Viste como é que, em meio segundo, alguém passou de um “Zé Ninguém” para “Deus todo-o-poderoso” que decide se tu vives ou morres?

É esta a ilusão da mente que tanto nos aflige. O homem julga que com uma arma ou com um grande carro passa a ser mais homem do que na verdade é. Ele tenta transferir a imagem que a arma ou o carro têm, para si próprio. Ele julga que a imagem de poder e de mauzão vai impedir as pessoas de lhe fazerem mal e vai ganhar o respeito delas. Ele julga que a imagem daquilo a que ele se associa, é quem ele é. Ele julga que os pensamentos que ele tem são quem ele é.

Mas ele não é nenhuma dessas coisas…ele não é uma equipa de futebol nem um carro, isso é exterior a ele. Ele não é uma imagem de poder, ele É o poder. Ele não é um pensamento ou uma emoção, ele é aquilo que está por detrás do pensamento e da emoção. Se ele fosse um pensamento, ele não podia ter consciência de que estava a pensar porque um pensamento não pode pensar por ele próprio. Para haver um pensamento, tem que haver um pensador.

Tu és esse pensador! Não és uma imagem ou um conceito na cabeça do pensador nem és a emoção que percorre o corpo do pensador.

Também não és o corpo do pensador embora o uses temporariamente para conseguir viver nesta dimensão.

Tu és consciência pura.

É isso que tu és. E é esta a ÚNICA verdade absoluta do universo. TODAS as outras verdades são verdades relativas porque todas provêm desta verdade base.

E é essa a tua missão na terra: Ganhar consciência.

Quando suficientes seres humanos tiverem suficiente consciência a humanidade ultrapassará o nível de consciência da mente para formar algo que, sinceramente, não faço ideia como se irá manifestar.

Nem importa. A única coisa que importa é que evoluímos. Tudo o resto é paisagem.

Se passarmos o ponto de não-retorno e não conseguirmos evoluir na janela de tempo que o universo nos dá, estamos condenados. O que, do ponto de vista global, acaba por ser indiferente…porque eu sou humano e se olhar para dentro de mim, vejo que isto é só a minha mente a querer perpetuar a espécie humana.

É como as campanhas para salvar o planeta terra. São tudo balelas.

O planeta terra já resistiu a impactos de asteróides com mais de 200km de diâmetro, gases venenosos que encobriram todo o globo e mataram tudo no seu caminho e sabe-se lá o quê mais.

A última coisa que preocupa o nosso planeta é vir a transformar-se numa grande rocha árida e cinzenta.

O planeta terra não precisa de ser salvo, nós é que precisamos!

Bem…o post já vai longo e por hoje ficamos por aqui. Hoje entrámos um bocadinho em áreas mais obscuras e complexas que são muito complicadas de por em palavras…em todo o caso espero ter conseguido ser claro o suficiente e peço desculpa se por ventura fui duro demais nalgum trecho, não é minha intenção magoar ninguém.

Se houver alguma parte que precise de explicação extra, deixa-me um e-mail em

labirintotransparente@gmail.com

prometo responder a todos.


E agora para terminar em beleza... :)

Macho Man by Village People on Grooveshark

domingo, 2 de outubro de 2011

Os livros que mudaram a minha vida -ou- A maior fraqueza das mulheres

Os livros desempenham um papel insubstituível na tua evolução pessoal. Isso acontece porque para aprenderes por ti próprio o que vem condensado num bom livro, demorarias a tua vida inteira. Provavelmente toda a tua vida não seria suficiente na maior parte dos casos...


Portanto, alguém tomou o tempo e a energia necessária para experienciar, redigir, rever, compilar, investir e distribuir a obra-prima que te foi parar às mãos. Décadas de experiência pessoal em 100 ou 200 páginas que tu lês meia dúzia de horas e podes depois estudar quantas vezes quiseres. Um verdadeiro milagre!


Acontece que a maior parte das pessoas estremece quando ouve falar nesses bichos retorcidos e maquiavélicos que tiveram de suportar em tantos anos de escola e faculdade. A maior parte das pessoas vem habituada a estudar livros despropositados e mal construídos que não trazem qualquer valor para a sua vida. Livros que falam na tríplice entente e na tríplice aliança como se isso fosse a pedra basilar de qualquer digno letrado, livros que falam de guerras idiotas que aconteceram no cú de Judas em mil quatrocentos e troca o passo, livros que têm esperança de um dia virem a ser decorados…não compreendidos.


Mesmo para aqueles que conseguem ultrapassar o trauma de decorar paletes de livros que na prática do dia-a-dia não lhes vão servir para nada, depois de se livrarem de tais atrocidades a inconsequência continua.


Não têm ninguém que lhes explique o que é um livro a sério e acabam a ler centenas de “livros” sem terem lido um único livro sequer.


Eu acho que a única forma de não se gostar de ler é ler maus livros. Maus textos com informação superficial e oca que não te leva a lado nenhum.


Os romances são um bom exemplo.


Os romances são brilhantes caixas vazias. São como um grande pedaço de algodão doce que ao serem consumidos se transformam em nada na tua boca. São tendas de circo gigantes montadas no ar. São como uma droga que te torna, literalmente, dependente.


Ler um romance é uma inconsciência. Tal como é uma inconsciência ver a telenovela, uma série ou, pior ainda, o telejornal.


O problema é que ver o telejornal parece uma coisa tão inofensiva que as pessoas não vêem como é que isso pode trazer algum mal ao mundo. Mas é precisamente por parecer inofensivo que é mais perigoso. Se fosse claramente hediondo poucos faziam.


Provavelmente, nesta altura, as senhoras estão todas a espumar da boca, e aquela pequenina veia da testa está prestes a estoirar! :)


O quê! A minha adorada novela das 8, “Fogo de Paixão Ardente no Vácuo do Infinito”, é hedionda! lol


Hey relaxa. Não é o fim do mundo.


Eu sei que é difícil ouvirmos um caramelo qualquer que não nos conhece de lado nenhum resumir a nossa existência. É mais fácil fechar os olhos (e continuar a ser manipulado por quem sabe que é mesmo assim que as coisas funcionam).


Mas se pensares bem…o que ganhas em ver uma novela ou em ler um romance?


Chegas-te ao fim e o que é que ficou?


Nada. Não ganhas-te nada. Ficou o mesmo vazio que existia no inicio. E nunca vais conseguir preencher esse vazio com ficção. Com uma história que não existe e que foi inventada por alguém que é pago para fazer esse trabalho.


Estás exactamente no mesmo lugar que estavas quando começas-te só que mais viciada.


Todas estas coisas são como uma Montanha Russa. Já pensas-te para que serve uma Montanha Russa?


Simples, serve para te dar uma injecção de emoção. Ela não acrescenta qualquer valor à tua vida, simplesmente te emociona. Os parques de diversões são parques de emoções.


Tu pagas para ter uns minutos de emoção tal como pagas para comer uma sandes de torresmos.


O único propósito de todas esta coisas é emocionar-te. Todas elas alimentam a tua necessidade de sentir emoções.


E porque é que tens necessidade de sentir emoções?


Porque as emoções são uma autêntica droga e quanto mais tens mais queres. Eu não digo isto no sentido figurado, as emoções actuam no teu corpo exactamente da mesma forma que uma droga. Se tiveres a coragem de olhar para a tua vida e para as acções que decides tomar (principalmente as importantes), vais ver que são as emoções que gerem cada passo que dás.


Estás a ver aquelas pessoas altamente dramáticas que estão sempre a queixar-se de alguma coisa? Já reparas-te no que acontece quando não têm nada de que se queixar? Elas inventam uma história e a seguir queixam-se com base na história que acabaram de inventar. Criaram uma ilusão para poderem continuar a queixar-se e a sentir a emoção que daí advém.


Faz-me lembrar aquela anedota do homem que vai ao médico e quando o médico lhe diz que ele está fino que nem um pêro ele sai desconsolado do consultório porque o médico nem o examinou, nem lhe receitou um antibioticozinho, nem nada...


Que tristeza, o homem está são! He he


Olha bem à tua volta e apercebe-te da quantidade de decisões automáticas que tu tomas baseado na emoção.


Talvez não aceites um cargo superior na empresa porque tens medo de não estar à altura, talvez não vás falar com aquela bela desconhecida porque tens medo daquela bela rejeição, talvez compres a Maxmen porque queres o sangue a ferver nas veias ou talvez compres a Flash Porque sentes uma necessidade, quase básica, de saber o que é que a Júlia Pinheiro comeu ao pequeno-almoço ou quantas vezes por mês o Cristiano Ronaldo corta as unhas dos pés.


Isto são tudo histórias. ILUSÕES. Não acrescentam absolutamente nada à tua condição ou ao teu desenvolvimento como ser humano, apenas perpetuam a inconsciência e a necessidade de injectares a tua dose diária de emoção.


Todos somos governados pela emoção em maior ou em menor grau mas para as mulheres é bem mais difícil livrarem-se desta bengala pois para a maior parte é uma 2ª natureza. As mulheres comem emoção ao pequeno-almoço!


E por isso os homens que sabem disto e têm dois dedos de testa fazem gato-sapato delas usando esta fraqueza contra elas próprias.


Meninas acordem! Olhem bem para o vosso passado (e talvez para o presente) e notem que os homens que mais vos manipulam são os que mais vos emocionam.


Os homens de qualidade também vos emocionam (sem dúvida!) mas é uma emoção bem diferente…é uma emoção mais…”calma” e “estável”…se é que esta descrição faz algum sentido para ti.


Talvez esta informação venha a ser usada da pior forma mas fica a saber que, se não entendesses mais nada sobre mulheres e apenas dominasses este conceito das emoções, tinhas informação mais que suficiente para teres todos os fins-de-semana “ocupados”.


Enquanto mulher, aperceberes-te disto é meio caminho andado para te livrares disto e ganhares a (genuína) liberdade de escolha que isso traz. Enquanto for inconsciente, não há nada que tu possas fazer para mudar as coisas e vais andar ao sabor das emoções tal como uma folha de papel anda ao sabor do vento. Isto implica muito simplesmente que, também vais andar ao sabor da vontade de quem tem mestria para manipular as tuas emoções. O engraçado é que segues certinha o "carreirinho" mostrado por essa pessoa mas ficas com a clara e distinta sensação de estar a seguir a tua própria vontade. Chama-se a isto, Manipulação Inconscientemente Consentida. Andas pela vida como uma espécie de Zombie, atrás de emoções fortes e não seguindo a tua consciência.

É claro que muito poucas mulheres têm a coragem de admitir isto e afundam-se ainda mais na inconsciência o que, claro, só torna o trabalho de manipulação mais fácil.

Enquanto esta necessidade for inconsciente na humanidade, os jornais, revistas e afins vão continuar a produzir supostas “notícias”, que no fundo são apenas histórias da carochinha pensadas para fazer o teu coração bater depressa, não para te informar do que quer que seja.


O que passa hoje em dia como “noticia”ou “informação” não é mais do que alguns factos mal avaliados por meia dúzia de engravatados sentados na sua secretária.


E normalmente eles fazem questão de serem más histórias porque sabem que a maioria das pessoas ainda se identifica mais com a energia negativa do que com a positiva. As más notícias trazem números de Share maiores e é só isso que importa: Números. Não informação.


E o que será que contínuas histórias e imagens diabólicas do fim do mundo fazem com a mente das pessoas?


Acho que não é preciso ires à China tirar um curso de psicologia avançada para entender:

Pessoas cheias de medo. E pessoas cheias de medo são violentas e intolerantes porque a violência provém do medo.


No fundo basta olhares à tua volta. Se fores a uma qualquer escola secundária é isso que tu vês, pessoas amedrontadas e violentas. O que ontem era um encontrão de ombros por acidente, hoje é uma óbvia provocação que precisa de resposta.


E quando somas a este medo geral o factor “armas” tens um problema porque numa mão trémula o gatilho é bem mais leve…por isso há cada vez mais pessoas a serem baleadas por coisas horrendas e indesculpáveis tais como tirar a carteira do bolso do casaco ou por te fazerem perder 2.7 segundos ao não te darem prioridade na rotunda.


É disto que as pessoas que vêem o telejornal não têm consciência.


Todas as grandes manifestações da nossa realidade provêm de pequenas escolhas que tomamos no dia-a-dia. Coisas insignificantes às vezes, mas que fazem toda a diferença no plano geral. É quase como o bater de asas de uma borboleta no Japão provocar um terramoto na Argentina.


Portanto, resumindo.


1º Os livros são uma ferramenta de evolução única. Deves ler todos os dias um pouco, nem que seja só 15m.


2º Nem todos os livros são dignos do teu tempo. A maior parte não tem interesse em acrescentar valor à tua vida eles simplesmente querem chocar-te para te manter fidelizado. Muitos vão contar-te a história da mulher que foi queimada viva, dos horrores da ressaca de algum toxicodependente ou, quem sabe, de uma bela história de amor entre dois anjos perfeitos que vivem no paraíso rodeados de coraçõezinhos rosados e nuvens de veludo. Por diferentes que possam parecer, todos querem exactamente a mesma coisa: Pôr-te a chorar ou a rir às gargalhas ou zangado ou o que quer que seja, desde que não te mantenhas impávido e sereno.


Então que tipo de livros são dignos do teu tempo? Simples: Os que te fazem evoluir. Seja em que área for.


E que tipo de livros te fazem evoluir?


Bolas que tu és chato pá! :)


Bem…aparentemente o facto de leres um bom livro, não significa que lhe reconheças o valor por isso é difícil ser específico.


A frase "Quando o aluno está preparado, o mestre aparece" é só meia verdade. O mestre aparece vezes sem conta antes do aluno estar preparado mas como ele não está preparado ele não o vê. Não tem a capacidade de o reconhecer. A única coisa que eu posso fazer é dizer-te o que é que a mim me fez evoluir.


Podia dar-te inúmeros exemplos.


Podia dizer-te que um dos livros que mais me fez crescer economicamente falando foi um chamado “Segredos da Mente Milionária” de T. Harv Eker.

Há uma frase nesse livro espectacular: "Se ainda não és rico é porque há alguma coisa que ainda não sabes". Esta frase aplica-se na maior parte da nossa vida. Se ainda não és feliz, é porque há alguma coisa que ainda não sabes. Se ainda não estás em paz, é porque há alguma coisa que ainda não sabes. Se ainda não ultrapassas-te o problema X, é porque há alguma coisa que ainda não sabes.


Repara. Se tu soubesses exactamente o que é necessário para seres rico, simplesmente fazias o que tinha de ser feito para isso acontecer certo? Não andavas a experimentar ao acaso. Se tu ficasses a saber que para seres rico precisavas de premir um botão vermelho durante 2 horas, tu premias o raio do botão vermelho durante 2h e ponto final! Tu não premias o botão cor-de-laranja nem o amarelo. Se tu ficasses a saber que para seres rico precisavas de construir uma jangada de palitos tu ias ao supermercado e compravas 500€ em palitos e cola. Tu não compravas 30kg de repolho e bananas. Ou pelo menos não devias, mas é isso que acontece.


Uma pessoa pobre tem uma coisa espectacular: Uma opinião. Ela tem uma teoria sobre o que tem de fazer para ficar rica. Ela foi pobre toda a sua vida mas, de alguma maneira pensa que sabe como enriquecer, simplesmente tem decidido manter-se na pobreza até agora...por isso lê um livro que lhe está a tentar ensinar alguma coisa de novo com desdém.


Se vais ler algum dos livros que recomendo, abre a tua alma. Caso contrário nem vale a pena começar. Pensa bem, para teres um resultado diferente do que tens tido até agora, precisas obrigatoriamente de fazer coisas que nunca fizes-te até agora. Faz sentido? Se vais continuar a fazer as mesmas coisas que tens feito até agora, então vais obter os mesmos resultados que tens obtido até agora. Não será?


Se tens uma receita de bacalhau a braz óptima e lhe acrescentas 3 tomates e uma entremeada picada, obrigatoriamente vais ter um resultado diferente. Se tens uma má receita e mudas algo, isso não significa que vás obter uma boa receita mas, eventualmente, com a experiência, chegas lá.


Riqueza, tal como evolução pessoal, implica mudança. Sem mudança não há sucesso em nenhuma área da tua vida.


Outro livro que, definitivamente, precisas de ler é de um Português: Daniel Sá Nogueira “Trate a vida por tu”.

Este livro pôs muitas coisas preto-no-branco para mim. A maneira como foi escrito demonstra que o Daniel é alguém que tem um grande conhecimento da forma como as pessoas funcionam “na vida real”. Ele é incrivelmente específico e prático e as pessoas adoram isso.


Na área da saúde, o livro que revolucionou a minha forma de ver as coisas chama-se “Curas Naturais que eles não querem que você saiba” de Kevin Trudeau.

Este é um livro com um titulo um tanto ou quanto “cheesy” e algo me diz que se o lesse agora, provavelmente não ia ter o tremendo impacto que teve na altura mas não posso negar o mérito ao livro que me abriu os olhos nesta área.


Finalmente vou terminar com um livro assombroso que toda a gente devia ler: “Um novo mundo” de Eckhart Tolle.

Os ensinamentos presentes neste livro são simplesmente de valor incalculável. É até estranho que ele tenha conseguido por as coisas em palavras! E de forma tão brilhante.


Este, como todos os livros que acabei de mencionar em cima têm o factor “Eureka!” no seu expoente máximo. São livros que não querem saber se tu choras, se ris ou se fazes o pino. Todos têm genuíno interesse em te fazer crescer e, leres algum deles sem evoluir é, na minha perspectiva, impossível. Depois de conheceres os pontos de vista presentes nestas obras-primas é impossível voltar atrás. Mesmo que não entendas patavina do que eles querem transmitir, não há volta atrás. É como se plantassem uma pequena semente dentro de ti que vai germinando no teu subconsciente até chegar uma altura em que simplesmente não podes ignorar a flor. Quase que és obrigado a evoluir :)


Ok, por agora ficamos por aqui. Espero ter-te ajudado no teu caminho de evolução e muito obrigado por leres este post.


Não uses os livros, a televisão, os carros, as pessoas ou o que quer que seja para preencher as tuas faltas e necessidades e para te sentires completo, porque quando aquilo ou aquela pessoa desaparecer da tua vida, voltas à estaca zero. E esse dia chega sempre meu amigo...porque tudo isso é perecível e temporário. Mais tarde ou mais cedo vais ter de lidar com a perda da rolha que usas para tapar a tua inconsciência. A única solução é desenvolveres a tua consciência para deixares de sentir essa necessidade.


David Veríssimo

labirintotransparente@gmail.com